
"viva a revolução! viva a exploração!", bom, funcionaria com um bom slogam, ou pelo menos um grito de guerra da alguma industria textil. Mas de fato a mídia é simplesmente brilhante, pela forma com que ela transforma tudo em mercadoria, de forma que, você não sabe ainda, mas futuramente terá a necessidade de comprar coisas que nunca esperaria um dia usar....
assim funcionam as modinhas, não apenas ligadas ao vestuário, mas desde roupas ao jeito de falar e agir, tornando cíclico o processo de consumo, ou seja, sempre vai ter na loja algo que vocÊ não tem. Grandes empresas auxiliadas pelo
s grandes meios de comunicação, como tv e internet, formam um mecanismo ideal no mercado consumista, criando e ditando modinhas. O que é torturante é como ideologias são banalizadas, e imagens de herois políticos e símbolos são usados como ícones da moda.
O que mais me impressiona é a forma e a facilidade em que a mídia transforma formas de contra cultura, em divinas mercadorias a serem comercializadas. vale ressaltar tatuages e piercings, os quais se tornaram caras mercadorias intituladas "arte do corpo".
Não se sabe ao certo a origem do uso de tatuagens, mas os primeiros indícios foram com os egipicios, além de ser muito comum entre povos indígenas, foi inicialmente utilizada como forma de contra cultura pelo movimento hippie estadunisense em meados de 1960.
Já o hábito de furar e utilizar piercing possui origens eskimós e indianas, mas foi primeiramente utilizado como forma de contra cultura pelo movimento punk ingles na década de 1970.
Não que eu tenha um posicionamento contra a utilização de tatuagens e piercings, o que eu defendo é que estes sejam utilizando com um significado elaborado, mantendo o seu ideial de contra cultura assim como era o dos primeiros grupos sociais ocidentais a usarem estres símbolos, e que não sejam apenas acessórios comerciais de estética!
...esta temática a de continuar...
s grandes meios de comunicação, como tv e internet, formam um mecanismo ideal no mercado consumista, criando e ditando modinhas. O que é torturante é como ideologias são banalizadas, e imagens de herois políticos e símbolos são usados como ícones da moda.
O que mais me impressiona é a forma e a facilidade em que a mídia transforma formas de contra cultura, em divinas mercadorias a serem comercializadas. vale ressaltar tatuages e piercings, os quais se tornaram caras mercadorias intituladas "arte do corpo".
Não se sabe ao certo a origem do uso de tatuagens, mas os primeiros indícios foram com os egipicios, além de ser muito comum entre povos indígenas, foi inicialmente utilizada como forma de contra cultura pelo movimento hippie estadunisense em meados de 1960.
Já o hábito de furar e utilizar piercing possui origens eskimós e indianas, mas foi primeiramente utilizado como forma de contra cultura pelo movimento punk ingles na década de 1970.
Não que eu tenha um posicionamento contra a utilização de tatuagens e piercings, o que eu defendo é que estes sejam utilizando com um significado elaborado, mantendo o seu ideial de contra cultura assim como era o dos primeiros grupos sociais ocidentais a usarem estres símbolos, e que não sejam apenas acessórios comerciais de estética!
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